O Café

O Café

Nos orgulhamos do grande potencial que a Objeto Encontrado possui. Sentimos uma particular abertura à eventos extraordinários que, no entanto, sempre participaram dos nossos sonhos. A história da Objeto é marcada por uma multiplicidade de possibilidades. Essa é, inclusive, uma de suas principais características: um espaço onde a diversidade é acolhida e valorizada. Não se trata de um elogio à versatilidade, a recém eleita qualidade do milênio, mas de compreender que o homem é capaz de cultivar interesses diversos. Apreciar um bom café e uma obra de arte não são atividades excludentes. Pelo contrário, são complementares. Ambas desenvolvem e aprimoram nossos sentidos. Cultivar o gosto não exige um objeto em particular quando estamos despertos para o curioso mundo que nos circunda. É especialmente isso que a Objeto tem a nos ensinar: apreender toda experiência com cuidado, curiosidade e respeito. Seja com um espresso bem tirado ou escutando boa música, a preocupação com a concepção de um espaço intenso e poético está sempre presente. Dentro deste ambiente inspirador tudo desperta nosso interesse. A relação com o conceito “objet trouvé”, ou “ready-made” se preferirem, destaca essa atitude diante do mundo segundo a qual qualquer objeto pode ser considerado uma obra de arte. Ou, pelo menos, que o mundo merece mais atenção do que normalmente lhe damos.

Segue abaixo alguns exemplos de combinações que só são possíveis aqui na Objeto Encontrado.

- Tomar um espresso + falar japonês + descobrir o bolinho do dia.
- Comer cheesecake + conhecer uma pessoa solta + escutar Tom Zé
- Tomar um chá de capim santo + ver o azul + andar descalço
- Escutar Charlie Parker + beber Jim Beam + ver um livro do Hofmann
- Desfrutar uma mimosa + dançar + “arrasar”
- Banhar de chuva + fazer um amigo + tomar um chocolate quente